domingo, 18 de outubro de 2009
Muito esclarecedora!! Viva a liberdade!!!
Lendo o texto sobre a vida e o pensamento de Dewey pude perceber a origem de muitas palavras que estamos abituadas a usar no cotidiano escolar "construção", "realidade do aluno", "liberdade" entre outras. Confesso que quando lia me questionava como ficaria o currículo escolar em meio tudo isso e como abordaria diferentes temas partindo da realidade dos alunos. Conforme ia avançando na leitura as coisas iam se clareando, para Dewey, o professor deve apresentar os conteúdos escolares na forma de questões ou problemas e jamais dar respostas antes ou soluções prontas. Levar o aluno a pensar e elaborar seus próprios conceitos são fundamentais antes de mostrar os conceitos prontos, vem daí o que temos de mais moderno na didática atual!!!
RODAS DE CONVERSA!!
Refletindo sobre a importância de escutar as histórias e incentivar os alunos a contar pude perceber que a minha prática vai ao encontro do que estamos aprendendo no PEAD, pois praticamente todos os dia promovo rodas de conversa com minha turma de primeiro ano, pois sei que muitos não tem oportunidade na família de se expressarem e que na grande maioria por falta de conhecimento não demonstra interesse e não sabe a diferença que faz no desenvolvimento mental das crianças simplesmente ouvi-la.Como vimos no texto de Gurgel ,o interlocutor é um co-construtur das narrativas incentivando a criança a avançar nos recursos que utiliza em suas construções ,ajudando a reconhecer sua intenção, se sabemos que na família a criança tem pouca oportunidade para se expressar e interagir que seja a escola o espaço para essa construção e as rodas de conversa são uma ótima oportunidade!! Quem sabe no futuro os filhos dos nossos alunos sejam mais respeitados na sua oralidade e ciclos de descasos sejam desfeitos.
ORALIDADE!!!
Segundo Gilka Girardello, “a criança brinca com a sua realidade, extravasando-a para experimentar outros papéis e situações”. A presença da fantasia na realidade faz com que a criança desenvolva sua imaginação e criatividade elaborando sentimentos e pensamentos próprios. Como educadora procuro sempre planejar minhas aulas de modo que contemple a oralidade, pois é neste momento que a criança pode se expressar livremente contando fatos ou criando e reinventando histórias!!!! Respeitar este momento é preservar a primeira infância!!!
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Sensibilizando!!!
Realizei uma atividade bem interessante com meus alunos de primeiro ano, proporcionei uma hora do conto com uma história sobre os cinco sentidos. Depois da história ainda na rodinha fizemos degustações de doces e salgados, cheiramos frutas e flores, escutamos o som dos passarinhos, olhamos revistas e a paisagem pela janela e sentimos o frio do gelo e o calor da água morna. Aproveitando o tema e movida pela experiência que estamos vivenciando com a disciplina de Libras levantei questionamentos sobre as passoas surdas, como faziam para se comunicar e interagir com o mundo. Para minha surpresa uma das alunas tinha uma prima que era surda, então se encarregou de contar para a turma como fazia para falar com ela mostrando alguns sinais através das mãos, então aproveitei a oportunidade para sensibilizar meus alunos sobre este tema. Para próxima aula fiquei de levar o alfabeto de sinais para aprendermos juntos!!! Na próxima postagem conto como foi nossa experiência!!!
terça-feira, 22 de setembro de 2009
No caminho certo!!!!!
Penso que planejar é um ato constante e que constrói caminho para a aprendizagem, pra isto é necessário contextualizar, justificar, organizar estratégia para que os objetivos sejam alcançados, sem esquecer de avaliar para que se necessário, possa corrigir o rumo do planejamento. Aí, quero dividir toda minha angústia que é ministrar um programa de alfabetização que não vai ao encontro com nossas aprendizagens neste curso, mas por outro lado me dá a certeza de que somos nós que estamos indo no caminho certo!!
DESCONTEXTUALIZADO!!!!
O programa de alfabetização (Alfa e Beto) que aplico para meus alunos do primeiro ano na rede estadual é totalmente descontextualizado onde os alunos aprendem a decodificar e relacionar grafemas e fonemas de forma repetitiva e muitas vezes nem sabendo o porquê estão realizando tal atividade pois a fazem de forma mecânica e sem significado. Assim, conforme a leitura do texto de Angela Kleiman (Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola) é fácil concluir que este programa desconsidera o contexto social que está inserido o educando e se preocupa apenas com o objetivo final do processo, a capacidade de escrever e ler e o que é pior com conteúdos bem distantes da nossa realidade!!
domingo, 13 de setembro de 2009
Lazer é Arte na escola!!!!
Penso que locais como a escola, também sejam utilizados para momentos de lazer, seja nos momentos de entrada, recreio, saída, finais de semana ou feriados, devendo, para isso, as autoridades políticas, professores e pais estarem atentos à importância e necessidade de a criança agir autonomamente enquanto ser social, sendo o brincar um poderoso meio para que isso ocorra. A ampliação das possibilidades de vivência do lazer no âmbito escolar pode ocorrer por intermédio da disponibilização de gibitecas, bibliotecas, brinquedotecas, festivais de desenho, musicais e olimpíadas de conhecimentos.Atuando desta forma a escola cumpriria seu papel social garantindo o lazer/arte para todos!!!
É com este propósito que cuido para que meus alunos tenham momentos de lazer/arte e compartilhem uns com os outros este prazer!!
É com este propósito que cuido para que meus alunos tenham momentos de lazer/arte e compartilhem uns com os outros este prazer!!
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